ATRIZ ANGOLANA PARTICIPA DE PEÇA NA ABERTURA DO FESTLIP
14/12/2017 - 16h46 em Consulado de Angola no Rio de Janeiro

O FESTLIP (Festival Internacional das Artes da Língua Portuguesa), em 2017 comemora sua 9ª edição, expondo ao mundo a arte e a cultura da língua portuguesa, estabelecendo a maior rede de promoção de um evento da língua feito até hoje por tecnologia digital. É a conectividade, ligando o Brasil aos 09 países e 04 continentes simultaneamente, na maior festa das Artes Lusófonas.  Depois de muita ansiedade a abertura oficial do FESTLIP 2017, foi realizada no dia 13 no Teatro Laura Alvim, e já no seu primeiro dia o festival mostrou a que veio, com muita interatividade com público e novidades.

Pela primeira vez, o festival teve uma montagem teatral que reuniu oito atores das oito nacionalidades que falam português, (entre eles a atriz angola Suelma Mário), com a maior parte dos ensaios realizados à distância. Publicado originalmente em 1962, no livro Primeiras Estórias, o conto “A Terceira Margem do Rio", de Guimarães Rosa, sobre um homem que deixa família e amigos para viver isolado em uma canoa no meio de um rio, foi o texto escolhido pelo diretor brasileiro Paulo de Moraes para o projeto inédito.

 Os diretores José Mena Abrantes, de Angola, e Gilberto Mendes, de Moçambique, participaram da cerimônia, por telão, em tempo real, interagindo com os presentes. O grande homenageado deste ano na abertura foi o diretor, ator e gestor cultural João Branco, fundador do Festival Mindelact, criado há 23 anos na cidade de Mindelo, em Cabo Verde. Filho de pais portugueses, João nasceu em Paris e radicou-se em Cabo Verde em 1991. Desde então, tornou-se um nome incontornável do teatro daquele país, tendo encenado mais de 50 espetáculos em pouco mais de três décadas de carreira, grande parte na ilha africana.

 Na abertura do festival tiveram entidades do Instituto Camões, Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, União Europeia na Guiné-Bissau, Angola foi representada pela Vice-Cônsul, Suzana Pedro e o artista plástico e diretor da Casa de Angola na Bahia, Benjamim Sabby. O Festival terá mostra teatral internacional, show, exposição, mesa de debate, oficinas e diversas atividades ligando Brasil, Angola, Portugal, Cabo Verde, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Timor-Leste, São Tomé e Príncipe, Guiné Bissau, em diversas manifestações artísticas dos falantes da Língua Portuguesa.

 

 

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